Sabe quando você cansa de tudo, e quer jogar tudo pro alto?
Pois é, é nessas horas que: ou a coisa piora de vez, ou melhora rapidamente.
E o melhor é que normalmente a segunda opção é a que acontece. A vida tem bons e ruins momentos, sempre se alternando, mais fracos ou mais fortes, nunca se sabe. Mas o que se pode saber é que devemos seguir em frente.
Pois, por mais "preta" que a situação esteja, sempre há um recomeço, uma renovação.
E é isso que eu espero nesse novo ano. Aliás, que todos desejamos em todos os anos. Sempre há coisas para melhorar, e sempre as coisas boas pioram (nada é bom pra sempre). Mas também sempre achamos mais e mais coisas na vida para nos fazer felizes.
Portanto, façam suas renovações.
Te garanto: elas sempre geram efeitos positivos.
E que os momentos bons da vida sejam bem aproveitados.
Pois, como disse, nada é bom pra sempre.
"Quando tudo está perdido, pense direito: se não há mais nada a se perder, e tudo a se ganhar."
by me
"But I would dearly love to run away from your shadow, for just one day...Yes, I would dearly love to run away from your shadow, for just one day..."
by KT Tunstall (One Day)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Nada é totalmente certo
"As coisas em que mais acreditamos são as mais traiçoeiras.
No final das contas, são nossos pontos fortes os mais fracos
Pois às vezes confiamos tanto em alguma coisa
Que esquecemos que nada merece cem por cento de confiança
E, por isso, quando as coisas dão errado, desconfiamos de tudo
Tudo menos aquela coisa que é o ponto forte, que NÃO PODE estar errada.
Mas, no final das contas, tudo pode dar errado
E, por isso, quando as coisas dão errado, desconfie também dos pontos fortes
Pois as coisas em que mais acreditamos são as mais traiçoeiras..."
by me
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
É a vida...
"Ele vendia frutas na feira.
Ela era uma menina material, que só queria saber de "se divertir".
Ninguém sabe por quê, mas ele era completamente apaixonado por ela, desde o ginásio.
Talvez por que ela era uma menina muitíssimo linda, mas todos sabiam que ele era simples, e não dava muito valor à coisas exteriores como essa...
Mas o fato é que ele (mesmo que não mostrasse) sempre quis fazê-la feliz, e fazia de tudo pra isso, apesar de ela não dar a mínima pra ele.
Eram vizinhos, e moravam num bairro muitíssimo pobre.
"Quero sair daqui o mais rápido possível", sempre dizia ela. Porém, para sair dali ela não fazia nada. Apenas seduzia os garotos e se divertia como se não fosse de uma família humilde.
Ia pro centro e fingia ser uma garota de classe, ganhava o que queria, com seu charme, mas quando voltava pra casa, lembrava da realidade triste de sua vizinhança...
Ele, porém, sempre foi trabalhador e estudioso. Rapidamente assumiu a banca de feira da família, e, quando saiu da escola, fazia turno duplo para tentar ganhar mais nos negócios.
Então, veio o inesperado (e previsível ao mesmo tempo):
Ele se cansou de vê-la chorando por falsos amores e por essa vida fútil, e decidiu finalmente dar um passo maior do que "apenas apoiá-la" e ser usado por ela.
Pediu a mão da garota em casamento.
A família dela adorou, pois, naquela realidade, ele era "rico" perto da família dela. Ela, chocada, aceitou meio contrariada, na esperança de ter uma vida melhor.
A verdade é que (como se esperava) não deu certo.
Ela dizia "não ser presa à ninguém" , e essas frases bobas que as pessoas inventam hoje em dia para não ter limites. Mas ele continuava mantendo-a e amando-a, como ninguém.
Até que, um dia, ao voltar mais cedo das compras para a feira, ele viu o que todo o mundo dizia pelas costas, mas ele relutava em acreditar: Ela estava na cama com outro.
Um playboyzinho do centro, com carro bonito e tudo o mais.
Ele não falou nada, nem brigou com o garoto, apenas o fez sair e não falou nada com ela. Ele a amava demais até mesmo para isso, e achava que ela mudaria. Mas ela não mudou, e apesar dos avisos da família dele para largá-la, ele continuou colocando comida em casa e fazendo as vontades dela, enquanto ela nem queria saber de trabalhar.
Até que um dia fatídico chegou, e ela roubou (exatamente, roubou) as economias dele, comprou uma passagem e saiu da cidade. Ao voltar para casa, ele chorou, e só chorou.
Mas, três meses depois, ela voltou, dizendo estar grávida dele. Ele ficou feliz, e a apoiou por todo o parto. Porém, quando o filho nasceu, ela sumiu no mundo de novo, deixando-o sozinho para criar seu filho.
Mesmo sem saber se o filho era dele, ele continou trabalhando duro para dar tudo o que podia pelo filho, e nunca (nunca mesmo) disse uma palavra má sobre sua mãe, apenas dizia ao menino que "a mãe dele tinha coisas a fazer e teve que ir"...
Não sei se ela foi feliz nem que final teve...
Só sei que ele criou um filho do qual teve muito orgulho e muitas alegrias
Filho que o fez saber o significado da vida."
by me
Ela era uma menina material, que só queria saber de "se divertir".
Ninguém sabe por quê, mas ele era completamente apaixonado por ela, desde o ginásio.
Talvez por que ela era uma menina muitíssimo linda, mas todos sabiam que ele era simples, e não dava muito valor à coisas exteriores como essa...
Mas o fato é que ele (mesmo que não mostrasse) sempre quis fazê-la feliz, e fazia de tudo pra isso, apesar de ela não dar a mínima pra ele.
Eram vizinhos, e moravam num bairro muitíssimo pobre.
"Quero sair daqui o mais rápido possível", sempre dizia ela. Porém, para sair dali ela não fazia nada. Apenas seduzia os garotos e se divertia como se não fosse de uma família humilde.
Ia pro centro e fingia ser uma garota de classe, ganhava o que queria, com seu charme, mas quando voltava pra casa, lembrava da realidade triste de sua vizinhança...
Ele, porém, sempre foi trabalhador e estudioso. Rapidamente assumiu a banca de feira da família, e, quando saiu da escola, fazia turno duplo para tentar ganhar mais nos negócios.
Então, veio o inesperado (e previsível ao mesmo tempo):
Ele se cansou de vê-la chorando por falsos amores e por essa vida fútil, e decidiu finalmente dar um passo maior do que "apenas apoiá-la" e ser usado por ela.
Pediu a mão da garota em casamento.
A família dela adorou, pois, naquela realidade, ele era "rico" perto da família dela. Ela, chocada, aceitou meio contrariada, na esperança de ter uma vida melhor.
A verdade é que (como se esperava) não deu certo.
Ela dizia "não ser presa à ninguém" , e essas frases bobas que as pessoas inventam hoje em dia para não ter limites. Mas ele continuava mantendo-a e amando-a, como ninguém.
Até que, um dia, ao voltar mais cedo das compras para a feira, ele viu o que todo o mundo dizia pelas costas, mas ele relutava em acreditar: Ela estava na cama com outro.
Um playboyzinho do centro, com carro bonito e tudo o mais.
Ele não falou nada, nem brigou com o garoto, apenas o fez sair e não falou nada com ela. Ele a amava demais até mesmo para isso, e achava que ela mudaria. Mas ela não mudou, e apesar dos avisos da família dele para largá-la, ele continuou colocando comida em casa e fazendo as vontades dela, enquanto ela nem queria saber de trabalhar.
Até que um dia fatídico chegou, e ela roubou (exatamente, roubou) as economias dele, comprou uma passagem e saiu da cidade. Ao voltar para casa, ele chorou, e só chorou.
Mas, três meses depois, ela voltou, dizendo estar grávida dele. Ele ficou feliz, e a apoiou por todo o parto. Porém, quando o filho nasceu, ela sumiu no mundo de novo, deixando-o sozinho para criar seu filho.
Mesmo sem saber se o filho era dele, ele continou trabalhando duro para dar tudo o que podia pelo filho, e nunca (nunca mesmo) disse uma palavra má sobre sua mãe, apenas dizia ao menino que "a mãe dele tinha coisas a fazer e teve que ir"...
Não sei se ela foi feliz nem que final teve...
Só sei que ele criou um filho do qual teve muito orgulho e muitas alegrias
Filho que o fez saber o significado da vida."
by me
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Era uma vez...
"Era uma vez um garoto.
Era um garoto simples, que dizia que o dinheiro não importava muito.
Era um garoto que não se importava com o amor, achava que viria com o tempo.
Era um garoto esforçado, que corria sempre atrás do que queria, corria muito.
Era um garoto que queria apenas fazer os outros felizes, e isso bastava.
Era um garoto autêntico, que não se mudava por nada ou por ninguém.
Era um garoto que sempre ajudava primeiramente aos outros, achando que retribuiriam.
Era um garoto sonhador, com grandes planos e feitos para o futuro.
Era um garoto bom. Pois achava que sua bondade seria recompensada.
Era um garoto, e agora é um jovem.
Um jovem que já não acredita mais no que acreditava antes...
Pois o mundo fez questão de fazê-lo achar que o que ele 'Era' é errado..."
by me
Era um garoto simples, que dizia que o dinheiro não importava muito.
Era um garoto que não se importava com o amor, achava que viria com o tempo.
Era um garoto esforçado, que corria sempre atrás do que queria, corria muito.
Era um garoto que queria apenas fazer os outros felizes, e isso bastava.
Era um garoto autêntico, que não se mudava por nada ou por ninguém.
Era um garoto que sempre ajudava primeiramente aos outros, achando que retribuiriam.
Era um garoto sonhador, com grandes planos e feitos para o futuro.
Era um garoto bom. Pois achava que sua bondade seria recompensada.
Era um garoto, e agora é um jovem.
Um jovem que já não acredita mais no que acreditava antes...
Pois o mundo fez questão de fazê-lo achar que o que ele 'Era' é errado..."
by me
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Cavaleiro das Trevas
Como vocês devem ter visto (ou não), meu último post demorou um pouco pra sair (só fiz ele no domingo). Isso se deve ao fato de a minha maldita NET Virtua Skavurszka pirar de vez em quando, mas agora já está tudo bem.
Mas, vamos direto ao assunto, e o assunto é basicamente o novo filme do Batman - The Dark Knight (ou "Cavaleiro das Trevas"). E eu deveria, na verdade, ter postado sobre isso semana passada, pois assisti o filme sábado passado. Mas como era dia de "surto artístico", deixei pra hoje mesmo.
Pois bem. Para não estragar a emoção de quem ainda não assistiu o filme, só vou dizer mesmo coisas superficiais. Mas é bom que vejam, pois é simplesmente sensacional!
Mas é claro que vocês não estão esperando que eu fale de um filme no post. Eu vim falar mesmo é da essência do que me cativou no filme. E essa essência é o "termo" Cavaleiro das Trevas.
Era uma coisa que eu já sabia e me identificava faz tempo, mas com o filme fica tudo mais claro e com uma idéia prática bem melhor.
Novamente, para não estragar a surpresa de quem não viu, vou só dar uma pincelada: Eu falo de Cavaleiro das Trevas pois, no filme, assim como na maioria dos filmes de Heróis, Batman tem que abdicar de sua felicidade, e até prejudicar a felicidade de pessoas amadas, pelo chamado "bem maior" (outro exemplo disso é Peter Parker e Mary Jane em Homem Aranha).
E, também, como se não bastasse isso, Batman "aceita" ser perseguido e culpado. Não que ele tenha feito algo de ruim, mas sim pois ele AGUENTA isso. Pois se precisam de um mártir, esse mártir tem que ser ele, pelo menos enquanto for para o "bem maior".
Enquanto, novamente para o "bem maior", são eleitos heróis, para alegrar as pessoas, para acharem que há alguém que fez só o bem. E eu digo ELEITOS, pois no fim das contas, heróis sempre são apenas eleitos, construídos, e nunca são de verdade mesmo.
Um exemplo é Tiradentes. Se você perguntar para qualquer bom professor de História, ele te dirá que Tiradentes foi um zé ninguém da tal "Revolução", revolução essa que visava apenas a Independência de Minas Gerais, e não da Nação toda (e esse é apenas um exemplo).
Enfim, o que quero dizer é que, mais do que charmosa e encantadora, essa história é verídica.
Heróis e Ídolos são , muitas vezes, muito menos do que imaginamos, e talvez bem piores do que parecem ser. Enquanto as pessoas que REALMENTE fazem o bem pelo mundo estão por aí, anônimas e felizes por estar fazendo o bem.
E digo isso pois, assim como o título de Samurai, me identifiquei com o título de "Cavaleiro das Trevas". Mesmo nem chegando perto do Batman, ou das verdadeiras pessoas que fazem esse mundo bom, como voluntários, pessoas de bem, trabalhadores de ONGs ou projetos sociais, ou mesmo simples e humildes pessoas que abdicam de sua felicidade para o bem dos outros.
Essas sim são as pessoas que fazem o mundo melhor. E sei que ainda não sou que nem elas, e talvez esteja até tentando puxar meu próprio saco ou me dar mais qualidades do que realmente tenho, mas eu me auto-intitulo uma pessoa que nem essas. Uma pessoa "boa"...
Pois eu SEI que eu sempre tento fazer o máximo de mim, em prol dos outros, e por mais que, no fim, eu não receba nada em troca, e talvez até seja humilhado, reduzido e caluniado.
Só que dentro de mim mora o espírito do cavaleiro das trevas. Que não é um herói. Que não aparece. Que não quer nada de recompensa.
Só se contenta em satisfazer seu próprio senso de justiça.
"O mundo é justo, afinal. Se há pessoas felizes, tem de haver pessoas tristes para balancear a vida. E, como um toque da Providência, as pessoas infelizes são as que conseguem aguentar essa tristeza toda. Enquanto as felizes vivem sempre bem..."
by me
"Dance, Dance; We're falling apart to half time; Dance, Dance; And these are the lives you'd love to lead; Dance, this is the way they'd love, If they knew how misery loved me..."
by Fall Out Boy (Dance, Dance)
Mas, vamos direto ao assunto, e o assunto é basicamente o novo filme do Batman - The Dark Knight (ou "Cavaleiro das Trevas"). E eu deveria, na verdade, ter postado sobre isso semana passada, pois assisti o filme sábado passado. Mas como era dia de "surto artístico", deixei pra hoje mesmo.
Pois bem. Para não estragar a emoção de quem ainda não assistiu o filme, só vou dizer mesmo coisas superficiais. Mas é bom que vejam, pois é simplesmente sensacional!
Mas é claro que vocês não estão esperando que eu fale de um filme no post. Eu vim falar mesmo é da essência do que me cativou no filme. E essa essência é o "termo" Cavaleiro das Trevas.
Era uma coisa que eu já sabia e me identificava faz tempo, mas com o filme fica tudo mais claro e com uma idéia prática bem melhor.
Novamente, para não estragar a surpresa de quem não viu, vou só dar uma pincelada: Eu falo de Cavaleiro das Trevas pois, no filme, assim como na maioria dos filmes de Heróis, Batman tem que abdicar de sua felicidade, e até prejudicar a felicidade de pessoas amadas, pelo chamado "bem maior" (outro exemplo disso é Peter Parker e Mary Jane em Homem Aranha).
E, também, como se não bastasse isso, Batman "aceita" ser perseguido e culpado. Não que ele tenha feito algo de ruim, mas sim pois ele AGUENTA isso. Pois se precisam de um mártir, esse mártir tem que ser ele, pelo menos enquanto for para o "bem maior".
Enquanto, novamente para o "bem maior", são eleitos heróis, para alegrar as pessoas, para acharem que há alguém que fez só o bem. E eu digo ELEITOS, pois no fim das contas, heróis sempre são apenas eleitos, construídos, e nunca são de verdade mesmo.
Um exemplo é Tiradentes. Se você perguntar para qualquer bom professor de História, ele te dirá que Tiradentes foi um zé ninguém da tal "Revolução", revolução essa que visava apenas a Independência de Minas Gerais, e não da Nação toda (e esse é apenas um exemplo).
Enfim, o que quero dizer é que, mais do que charmosa e encantadora, essa história é verídica.
Heróis e Ídolos são , muitas vezes, muito menos do que imaginamos, e talvez bem piores do que parecem ser. Enquanto as pessoas que REALMENTE fazem o bem pelo mundo estão por aí, anônimas e felizes por estar fazendo o bem.
E digo isso pois, assim como o título de Samurai, me identifiquei com o título de "Cavaleiro das Trevas". Mesmo nem chegando perto do Batman, ou das verdadeiras pessoas que fazem esse mundo bom, como voluntários, pessoas de bem, trabalhadores de ONGs ou projetos sociais, ou mesmo simples e humildes pessoas que abdicam de sua felicidade para o bem dos outros.
Essas sim são as pessoas que fazem o mundo melhor. E sei que ainda não sou que nem elas, e talvez esteja até tentando puxar meu próprio saco ou me dar mais qualidades do que realmente tenho, mas eu me auto-intitulo uma pessoa que nem essas. Uma pessoa "boa"...
Pois eu SEI que eu sempre tento fazer o máximo de mim, em prol dos outros, e por mais que, no fim, eu não receba nada em troca, e talvez até seja humilhado, reduzido e caluniado.
Só que dentro de mim mora o espírito do cavaleiro das trevas. Que não é um herói. Que não aparece. Que não quer nada de recompensa.
Só se contenta em satisfazer seu próprio senso de justiça.
"O mundo é justo, afinal. Se há pessoas felizes, tem de haver pessoas tristes para balancear a vida. E, como um toque da Providência, as pessoas infelizes são as que conseguem aguentar essa tristeza toda. Enquanto as felizes vivem sempre bem..."
by me
"Dance, Dance; We're falling apart to half time; Dance, Dance; And these are the lives you'd love to lead; Dance, this is the way they'd love, If they knew how misery loved me..."
by Fall Out Boy (Dance, Dance)
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domingo, 20 de julho de 2008
O que?
"O que fazer?
Acreditar, compreender?
O que fazer quando já não te escutam mais?
O que fazer se não é capaz?
O que fazer...
Lutar, se envolver?
O que fazer quando a vida passa?
O que fazer se tudo não basta?
O que fazer...
Inovar, surpreender?
O que fazer quando tentar é pouco?
O que fazer se te acham louco?
O que fazer...
O que fazer?"
Acreditar, compreender?
O que fazer quando já não te escutam mais?
O que fazer se não é capaz?
O que fazer...
Lutar, se envolver?
O que fazer quando a vida passa?
O que fazer se tudo não basta?
O que fazer...
Inovar, surpreender?
O que fazer quando tentar é pouco?
O que fazer se te acham louco?
O que fazer...
O que fazer?"
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Modinha?
Quanto tempo hein? Na verdade, muito tempo, desde o último devaneio. Mas agora voltarei a falar, e (normalmente) chutar o pau-da-barraca dessa porcaria de sociedade e humanidade.
E dessa vez o alvo são as "modinhas", ou como você quiser chamar.
Se bem que, no final, a moral da história é a falta de personalidade das pessoas, assim como sua falta de opnião.
Como já dizia a célebre frase (não lembro quem falou, se não daria os créditos): "Toda a unanimidade é burra."
E como modinhas são parcialmente unanimidades, também são no mínimo parcialmente burras. Pois nunca haverá algo unânime no mundo. Se há algo que "todos gostam" ou aprovam, por mais que não sejam estritamente todos, esse algo não é tão bom quanto parece.
O mundo é cheio de subjetividade, opniões diferentes, divergentes, várias formas de pensamento e questionamento.
Portanto, se muita gente concorda com algo, no mínimo, algumas pessoas desse "muita gente" omitiu sua opnião, a deixou ser levada ou ser incorporada pela opnião de outros, e, muito normalmente, a opnião da "massa".
E isso nos leva às modinhas.
Pois elas são... Como poderia descrever? (odeio tanto que nem consigo falar)
São assuntos, jeitos, coisas, que surgem, e rapidamente se transformam em "semi-unanimidades", em coias endeusadas e praticamente perfeitas.
Porém toda essa perfeição e entusiasmo sempre some rapidamente. Tá bom, farei justiça: praticamente sempre some rapidamente. As poucas modinhas que se consolidam,eu respeito.
Eu simplesmente acho horrível esse tipo de coisa. Comportamentos, estilos, linguagens, principalmente músicas, que surgem, e do nada viram célebres mostras de genialidade, mas somem sem deixar rastros repentinamente.
Um exemplo é a música da Pitty, Brinquedo Torto. Eu fui no show ao vivo dela, amei a música, e desde então ela era a melhor música da Pitty pra mim. Mas ninguém, e eu digo ninguém mesmo que não viu o show, gostava da música ou dava 1 centavo pra ela. Mas foi só sair o clipe e virar número 1 nas paradas, que virou "o melhor hit da Pitty".
Nem preciso falar das outras coisas "maiores" né? Como emocore, e a emice em si. Como ser bi ou homosexual (algumas vezes, é moda mesmo, não escolha). Como torcer para este ou aquele time que ganha tudo atualmente. Como usar essa ou aquela roupa. Como dançar essa ou aquela música(Menção Honrosa para o PSY). Como frequentar esse ou aquele lugar. Como ir pra Porto Seguro na formatura (sim, eu esculaxo mermo). Como ficar. Como perder a virgindade cedo. Como muitas outras coisas ridículas demais.
Ridículas, pois na verdade a maioria (e não me levem a mal, a maioria sim) das pessoas que fazem muitas das coisas que citei (e várias outras) não as fazem por opção pura, por pensar bem naquilo, por sequer eliminar as outras opções. As outras vertentes de pensamento.
E já disse, não achem que minhas opniões são extremistas, ou conservadoras demais. Eu acho ótimo que alguém seja homosexxual, ou fique "com todo o mundo" numa balada. Desde que tenha noção do que está fazendo, saiba o que isso significa na sua vida, e considere as outras maneiras de ser/agir.
Não que todos tenham que ser paranóicos e pensar todos os passos antes de agir (nem eu sou tão assim). Mas eu acho que precisamos medir as coisas. Tudo bem você comer tal marca de comida pois ela é famosa ou pois todo mundo come. E digo isso pois a marca da comida (mesmo que seja pior ou mais cara) não vai mudar muito sua vida.
Porém, quando se trata de escolhas grandes, mudanças comportamentais, modos de agir...
Aí eu te garanto que temos de pensar, não "seguir a moda", ser você mesmo acima de tudo. Pois o que você pensa e escolhe pode ser até "errado". Mas é o que VOCÊ pensa.
E não vou dizer (novamente para abrandar os mais radicais) que devemos ser cabeças-duras (eu sou um pouco), inflexíveis e invariáveis. Mas dar mais valor à nossa própria voz, do que na dos outros. Medir o que vale a pena e o que não vale.
Bom, o post começou com "modinhas" e terminou nisso,eu avisei...
Pois, no final, modinhas sequer são dignas de menções. Não da minha parte.
Não que eu seja imune a elas, mas que eu tenho uma aversão a coisas "pop", e unânimes (por mais que essa unanimidade seja algo "válido"). Pois tudo que é muito bom, nunca é tão bom quanto parece. E a mesma coisa acontece com as coisas ruins.
Então espero que pensem mais de hoje em diante, mas não virem uns idiotas pensativos que nem eu, pois não é muito legal. Só espero que, pelo menos um pouco, as coisas melhorem no mundo.
Pois TUDO pode e deve ser influenciado, com o tempo, e com a socialização.
Mas existe uma diferença entre ser influenciado, e ser muito influenciável.
"Se você não pensa, te garanto que há quem pense por você. O problema é que nem sempre essa pessoa que pensa por você segue seus interesses, ou pensa de modo parecido com você. Mas você não pode reclamar mais: Já abdicou de pensar."
by me
" People will always take the long way around. Before you know it you'll be lost and found. Living in the sunshine with the shades pulled down. People will always take the long way around..."
by Eagle Eye Cherry (Long Way Around)
E dessa vez o alvo são as "modinhas", ou como você quiser chamar.
Se bem que, no final, a moral da história é a falta de personalidade das pessoas, assim como sua falta de opnião.
Como já dizia a célebre frase (não lembro quem falou, se não daria os créditos): "Toda a unanimidade é burra."
E como modinhas são parcialmente unanimidades, também são no mínimo parcialmente burras. Pois nunca haverá algo unânime no mundo. Se há algo que "todos gostam" ou aprovam, por mais que não sejam estritamente todos, esse algo não é tão bom quanto parece.
O mundo é cheio de subjetividade, opniões diferentes, divergentes, várias formas de pensamento e questionamento.
Portanto, se muita gente concorda com algo, no mínimo, algumas pessoas desse "muita gente" omitiu sua opnião, a deixou ser levada ou ser incorporada pela opnião de outros, e, muito normalmente, a opnião da "massa".
E isso nos leva às modinhas.
Pois elas são... Como poderia descrever? (odeio tanto que nem consigo falar)
São assuntos, jeitos, coisas, que surgem, e rapidamente se transformam em "semi-unanimidades", em coias endeusadas e praticamente perfeitas.
Porém toda essa perfeição e entusiasmo sempre some rapidamente. Tá bom, farei justiça: praticamente sempre some rapidamente. As poucas modinhas que se consolidam,eu respeito.
Eu simplesmente acho horrível esse tipo de coisa. Comportamentos, estilos, linguagens, principalmente músicas, que surgem, e do nada viram célebres mostras de genialidade, mas somem sem deixar rastros repentinamente.
Um exemplo é a música da Pitty, Brinquedo Torto. Eu fui no show ao vivo dela, amei a música, e desde então ela era a melhor música da Pitty pra mim. Mas ninguém, e eu digo ninguém mesmo que não viu o show, gostava da música ou dava 1 centavo pra ela. Mas foi só sair o clipe e virar número 1 nas paradas, que virou "o melhor hit da Pitty".
Nem preciso falar das outras coisas "maiores" né? Como emocore, e a emice em si. Como ser bi ou homosexual (algumas vezes, é moda mesmo, não escolha). Como torcer para este ou aquele time que ganha tudo atualmente. Como usar essa ou aquela roupa. Como dançar essa ou aquela música(Menção Honrosa para o PSY). Como frequentar esse ou aquele lugar. Como ir pra Porto Seguro na formatura (sim, eu esculaxo mermo). Como ficar. Como perder a virgindade cedo. Como muitas outras coisas ridículas demais.
Ridículas, pois na verdade a maioria (e não me levem a mal, a maioria sim) das pessoas que fazem muitas das coisas que citei (e várias outras) não as fazem por opção pura, por pensar bem naquilo, por sequer eliminar as outras opções. As outras vertentes de pensamento.
E já disse, não achem que minhas opniões são extremistas, ou conservadoras demais. Eu acho ótimo que alguém seja homosexxual, ou fique "com todo o mundo" numa balada. Desde que tenha noção do que está fazendo, saiba o que isso significa na sua vida, e considere as outras maneiras de ser/agir.
Não que todos tenham que ser paranóicos e pensar todos os passos antes de agir (nem eu sou tão assim). Mas eu acho que precisamos medir as coisas. Tudo bem você comer tal marca de comida pois ela é famosa ou pois todo mundo come. E digo isso pois a marca da comida (mesmo que seja pior ou mais cara) não vai mudar muito sua vida.
Porém, quando se trata de escolhas grandes, mudanças comportamentais, modos de agir...
Aí eu te garanto que temos de pensar, não "seguir a moda", ser você mesmo acima de tudo. Pois o que você pensa e escolhe pode ser até "errado". Mas é o que VOCÊ pensa.
E não vou dizer (novamente para abrandar os mais radicais) que devemos ser cabeças-duras (eu sou um pouco), inflexíveis e invariáveis. Mas dar mais valor à nossa própria voz, do que na dos outros. Medir o que vale a pena e o que não vale.
Bom, o post começou com "modinhas" e terminou nisso,eu avisei...
Pois, no final, modinhas sequer são dignas de menções. Não da minha parte.
Não que eu seja imune a elas, mas que eu tenho uma aversão a coisas "pop", e unânimes (por mais que essa unanimidade seja algo "válido"). Pois tudo que é muito bom, nunca é tão bom quanto parece. E a mesma coisa acontece com as coisas ruins.
Então espero que pensem mais de hoje em diante, mas não virem uns idiotas pensativos que nem eu, pois não é muito legal. Só espero que, pelo menos um pouco, as coisas melhorem no mundo.
Pois TUDO pode e deve ser influenciado, com o tempo, e com a socialização.
Mas existe uma diferença entre ser influenciado, e ser muito influenciável.
"Se você não pensa, te garanto que há quem pense por você. O problema é que nem sempre essa pessoa que pensa por você segue seus interesses, ou pensa de modo parecido com você. Mas você não pode reclamar mais: Já abdicou de pensar."
by me
" People will always take the long way around. Before you know it you'll be lost and found. Living in the sunshine with the shades pulled down. People will always take the long way around..."
by Eagle Eye Cherry (Long Way Around)
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Novas Crônicas
"Não nos conhecemos bem ainda, disse ela. Era a primeira de muitas desculpas que ele iria escutar.
Pois, pensando bem, se eles se conhecessem 'bem', ela iria dizer como desculpa a frase oposta: 'nos conhecemos bem demais'.
É, é assim que acontece quando você quer mudar algo para melhor, e a outra pessoa não.
Mas, tempo vai e tempo vem, e ele começa a conhecer ela melhor, e se interessar cada vez mais. Não que isso mudasse muita coisa, mas melhorou a relação entre os dois. Um abraço aqui, um carinho ali, e sempre muitas muitas risadas.
Parecia que o tempo passava mais devagar perto dela, ele se sentia mais feliz do que nunca, e ela também parecia muito alegre. Apesar de só se verem aos finais de semana, para ele, aquele fim-de-semana foi um dos, ou talvez o, mais feliz de sua vida. E isso simplesmente por estar com ela, por rir com ela e ver aquele sorriso estampado em sua face. Diziam muito 'eu te adoro', se chingavam e se zoavam, tudo na brincadeira. Era tudo flores.
Ela até deu um belo presente de aniversário para ele! E foi nesses dias que ele tomou a decisão que, no futuro, ele saberia que foi uma das piores que já tomou. Decidiu pedir ela em namoro.
Até então seria a primeira vez que ele pediria alguém em namoro. Não gostava de ficar, e já recusou alguns pedidos de compromisso, por ser um 'bobo apaixonado', desses que ainda acredita no amor.
Ele foi criando coragem e, já na primeira oportunidade que teve, pediu a mão dela em namoro. Ela ficou surpresa é claro, nos dias de hoje as pessoas têm medo de namorar, e acham que têm que 'ficar' antes. Mas ela disse que iria pensar, e que responderia em uma semana. 'Não doeu', pensou ele. E saiu todo feliz, sorridente, tendo a quase-certeza de que finalmente acharia seu amor, já que ela, que em poucos meses se tornara sua melhor amiga, significava muito pra ele, e ele achava que era recíproco.
Foi aí que tudo desmoronou. E ele não sabia que nunca mais veria a pessoa que mais amou na vida até então. Dia vai dia vem, ele continua a declarar seu amor por ela, mas sem implicar pressão sobre sua decisão. Porém, se passa a tal 'semana' e nada de ela responder.
Ele fica ansioso e pede para ela pensar logo. Era isso que ela queria. Pois se ele não pressionasse, ela não responderia. E como ele pressionou, ela arranjou a desculpa perfeita: 'você não esperou, me pressionou, pediu a resposta logo, e a resposta é não'.
Finalmente ele percebeu. Que o que ela sentia por ele não era o que ele sentia por ela. O que ele merecia. Ou talvez ela tenha mudado de idéia. Ou estava 'brincando' com os sentimentos dele. Mas essa última hipótese é improvável.
Ele não se contentou, e ela continuou com suas desculpas, uma atrás da outra. Até ele explodir. E é aceitável a reação dele, assim como a dela. Ele não aguentava mais ser menosprezado, sofrer na vida. Achar que está tudo certo e dar tudo errado. E ela se stressou com ele, e acabou cortando de vez a amizade.
Finalmente, tudo acabou, ela ficou 'normal'. A vida continua, dizem pessoas como ela. Outra desculpa, essa para justificar o pouco-caso feito com coisas como o sentimento de uma pessoa que a amava.
Pergunta-se: e os 'eu te adoro', o presente dela (que ele nunca pode retribuir), as risadas... Aonde foi parar tudo isso?
Ele continuou tentando falar com ela, e ela deu a ele a pior coisa que se pode dar. E não falo de ódio. Esquecimento, Ignorância. Atitudes imaturas de ambos os lados levaram a isso. Mas a diferença é que ele nunca vai se perdoar por ter feito ela se entristecer (mesmo que um pouco). Já ela nem liga pra ele, não dá a mínima e tudo isso que aconteceu entre eles não vale mais nada.
Essa, acho eu, é a diferença entre magoar o outro ou não.
Não vou dizer que ela ou ele está errado ou não. No ponto de vista de cada um, o outro está errado. Mas ele perdoou ela, e deseja toda a felicidade do mundo. Ela nem quer falar mais com ele, e faz questão de mostrar seu desprezo.
E essa, acho eu, é a diferença entre uma pessoa boa ou não.
Não que ela seja má.
As coisas acontecem, é a vida, e ele sabe disso.
Pode ter sido que ele foi grosso como ela disse, ou que superestimou o carinho que ela dava. Ou que ela realmente se importava, e essas 'desculpas' eram verdades. Nunca se sabe. E, estamos vendo o lado dele. Ela nunca chegou a dizer o que achava disso tudo.
Mas como digo, há diferenças...
Enquanto ela praticamente nem lembra (e não quer lembrar) do ocorrido, ele ainda a considera o maior amor de sua vida."
by me
Pois, pensando bem, se eles se conhecessem 'bem', ela iria dizer como desculpa a frase oposta: 'nos conhecemos bem demais'.
É, é assim que acontece quando você quer mudar algo para melhor, e a outra pessoa não.
Mas, tempo vai e tempo vem, e ele começa a conhecer ela melhor, e se interessar cada vez mais. Não que isso mudasse muita coisa, mas melhorou a relação entre os dois. Um abraço aqui, um carinho ali, e sempre muitas muitas risadas.
Parecia que o tempo passava mais devagar perto dela, ele se sentia mais feliz do que nunca, e ela também parecia muito alegre. Apesar de só se verem aos finais de semana, para ele, aquele fim-de-semana foi um dos, ou talvez o, mais feliz de sua vida. E isso simplesmente por estar com ela, por rir com ela e ver aquele sorriso estampado em sua face. Diziam muito 'eu te adoro', se chingavam e se zoavam, tudo na brincadeira. Era tudo flores.
Ela até deu um belo presente de aniversário para ele! E foi nesses dias que ele tomou a decisão que, no futuro, ele saberia que foi uma das piores que já tomou. Decidiu pedir ela em namoro.
Até então seria a primeira vez que ele pediria alguém em namoro. Não gostava de ficar, e já recusou alguns pedidos de compromisso, por ser um 'bobo apaixonado', desses que ainda acredita no amor.
Ele foi criando coragem e, já na primeira oportunidade que teve, pediu a mão dela em namoro. Ela ficou surpresa é claro, nos dias de hoje as pessoas têm medo de namorar, e acham que têm que 'ficar' antes. Mas ela disse que iria pensar, e que responderia em uma semana. 'Não doeu', pensou ele. E saiu todo feliz, sorridente, tendo a quase-certeza de que finalmente acharia seu amor, já que ela, que em poucos meses se tornara sua melhor amiga, significava muito pra ele, e ele achava que era recíproco.
Foi aí que tudo desmoronou. E ele não sabia que nunca mais veria a pessoa que mais amou na vida até então. Dia vai dia vem, ele continua a declarar seu amor por ela, mas sem implicar pressão sobre sua decisão. Porém, se passa a tal 'semana' e nada de ela responder.
Ele fica ansioso e pede para ela pensar logo. Era isso que ela queria. Pois se ele não pressionasse, ela não responderia. E como ele pressionou, ela arranjou a desculpa perfeita: 'você não esperou, me pressionou, pediu a resposta logo, e a resposta é não'.
Finalmente ele percebeu. Que o que ela sentia por ele não era o que ele sentia por ela. O que ele merecia. Ou talvez ela tenha mudado de idéia. Ou estava 'brincando' com os sentimentos dele. Mas essa última hipótese é improvável.
Ele não se contentou, e ela continuou com suas desculpas, uma atrás da outra. Até ele explodir. E é aceitável a reação dele, assim como a dela. Ele não aguentava mais ser menosprezado, sofrer na vida. Achar que está tudo certo e dar tudo errado. E ela se stressou com ele, e acabou cortando de vez a amizade.
Finalmente, tudo acabou, ela ficou 'normal'. A vida continua, dizem pessoas como ela. Outra desculpa, essa para justificar o pouco-caso feito com coisas como o sentimento de uma pessoa que a amava.
Pergunta-se: e os 'eu te adoro', o presente dela (que ele nunca pode retribuir), as risadas... Aonde foi parar tudo isso?
Ele continuou tentando falar com ela, e ela deu a ele a pior coisa que se pode dar. E não falo de ódio. Esquecimento, Ignorância. Atitudes imaturas de ambos os lados levaram a isso. Mas a diferença é que ele nunca vai se perdoar por ter feito ela se entristecer (mesmo que um pouco). Já ela nem liga pra ele, não dá a mínima e tudo isso que aconteceu entre eles não vale mais nada.
Essa, acho eu, é a diferença entre magoar o outro ou não.
Não vou dizer que ela ou ele está errado ou não. No ponto de vista de cada um, o outro está errado. Mas ele perdoou ela, e deseja toda a felicidade do mundo. Ela nem quer falar mais com ele, e faz questão de mostrar seu desprezo.
E essa, acho eu, é a diferença entre uma pessoa boa ou não.
Não que ela seja má.
As coisas acontecem, é a vida, e ele sabe disso.
Pode ter sido que ele foi grosso como ela disse, ou que superestimou o carinho que ela dava. Ou que ela realmente se importava, e essas 'desculpas' eram verdades. Nunca se sabe. E, estamos vendo o lado dele. Ela nunca chegou a dizer o que achava disso tudo.
Mas como digo, há diferenças...
Enquanto ela praticamente nem lembra (e não quer lembrar) do ocorrido, ele ainda a considera o maior amor de sua vida."
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